Três meninas da mesma família morrem afogadas em balneário neste domingo

Três crianças da mesma família morreram afogadas, na manhã deste domingo (05), em um rio da cidade de Nova bandeirantes (1.000 quilômetros de Cuiabá). As três vítimas são meninas e tem 10, 11 e 13 anos. Elas estavam em um local conhecido como Balneário Rio São João. As identidades ainda não foram divulgadas.

A Polícia Judiciária Civil (PJC) da cidade confirmou o fato para a nossa redação. Segundo consta, o fato teria acontecido durante a manhã. Porém, detalhes de como tudo aconteceu ainda não foram repassados pelas autoridades. As três vítimas seriam da mesma família e estariam aproveitando o final de semana no balneário.

Meninas morreram ao tentaram salvar irmã de cinco anos

Segundo testemunhas, as meninas tentavam salvar a irmã mais nova, de apenas cinco anos, que também estava se afogando. O pai delas conseguiu resgatar a mais nova, mas as outras acabaram desaparecendo. Os corpos foram localizados por um pescador.




As vítimas foram identificadas apenas como: L.A.S., 13 anos; A.A.G., dez anos e J.K.A.G., nove anos. Quando chegaram ao local, os policiais encontraram os pais, bastante abalados, acompanhados de populares, em um banco de areia perto de onde as crianças teriam afundado.

Uma equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros da cidade de Alta Floresta foi acionada para deslocamento ate a cidade de Nova Bandeirantes. Mas, para acelerar as buscas, um pescador da região se prontificou em ajudar e foi ele quem encontrou os corpos das três crianças já sem vida.

Segundo as testemunhas, uma menina de cinco anos – que era irmã das três vítimas – estava se afogando e as meninas pularam para tentar salvá-la, o que ocasionou o afogamento das garotas. A mais nova foi salva pelo pai, enquanto que a outras desapareceram no rio, no local conhecido como ‘Prainha’.




Aos policiais, o pai declarou que foi ao rio atendendo a pedido que as meninas tinham feito no dia anterior, ele afirmou que ficou desesperado e que conseguiu salvar apenas a de cinco anos. Isso porque não tinha forças para buscar as demais, por se tratar de um “poço” de aproximadamente 4 metros de profundidade. O caso será apurado pela delegacia de Nova Bandeirantes.

Fonte: Olhar Direto