Ex-prefeito e mais cinco são condenados por improbidade, em Londrina,PR

Homero Barbosa Neto (PDT) (Foto: Reprodução/ RPC TV)

Barbosa Neto foi condenado por improbidade administrativa (Foto: Reprodução/RPC)

O ex-prefeito de Londrina, no norte do Paraná, Homero Barbosa Neto e mais cinco réus foram condenados a devolver solidariamente mais de R$ 1 milhão de reais aos cofres públicos.

O ex-prefeito Barbosa Neto não foi localizado pelo G1 até as 11h. O advogado que defende o ex-prefeito, Edson Alves da Cruz, foi procurado, mas o escritório informou que o profissional está viajando e só retorna a Londrina a tarde.

A decisão é do juiz Marcos José Vieira, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Londrina, que analisou uma ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR). O ex-prefeito ainda teve os direitos políticos suspensos por oito anos. A decisão é de terça-feira (28).

Barbosa Neto comandou a prefeitura de Londrina entre 2009 e 2012. Nesta ação, ele foi acusado de cometer irregularidades no contrato com uma empresa que prestava serviços de manutenção e limpeza de prédios públicos. Segundo a promotoria, o ex-prefeito reajustou indevidamente os valores pagos à empresa, causando prejuízo aos cofres públicos.

Conforme a ação, a empresa Proguarda Administração e Serviços Ltda solicitou recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do contrato após cinco meses da assinatura do documento. O aditivo foi assinado em 2011. Para o MP-PR, os motivos para o pedido foram falsos e infundados.

Ao longo do processo, a defesa do ex-prefeito negou irregularidades. A empresa contratada pelo município alegou que houve aumento de serviço com a implantação de novos setores e também com o tempo integral nas escolas, por isso solicitou a recomposição. O juiz Marcos José Vieira entendeu que houve ilegalidades.

Os advogados da empresa Proguarda Administração e Serviços Ltda afirmaram que receberam com surpresa a decisão proferida pelo juiz Marcos José Vieira, pois mais provas sobre o caso estavam sendo produzidas. Os advogados ainda informaram que vão ajuizar recursos no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) contra a decisão. Outros detalhes serão manifestados nos autos.

Do Portal G1

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